Dilma é uma “mãezona” para Cuba, Paraguai, Bolívia, Venezuela…

Fábio Campana

A presidente Dilma Rousseff (PT) pode ser considerada a mãe do ano ou uma mãezona, só que para cubanos, paraguaios, bolivianos, venezuelanos e equatorianos, além de africanos. Pois bem, através do BNDES, Petrobras e Itaipu Binacional, o governo brasileiro investe pesado nesses países e o retorno não atende os brasileiros, além das empreiteiras.

Dilma inaugurou um porto em Cuba, com US$ 682 milhões financiados pelo BNDES.

O banco oferece mais R$ 1,2 bilhão em crédito ao governo cubano.

O BNDES banca maior parte dos US$ 20 bilhões das obras tocadas pela Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e Odebrecht na Venezuela. Com Itaipu, o Paraguai leva uma enorme vantagem: recebe US$ 240 milhões e as inversões brasileiras no país já somam US$ 30 bilhões.

Na Bolívia, a Petrobras perdeu as refinarias de petróleo e não se deu por vencida.

Pagou pelas refinarias que já eram delas e está investindo US$ 136,2 milhões.

Post scriptum – A Bolívia é um dos agraciados pelo “saco de bondades” do governo brasileiro.

O “cocaleiro” Morales já deu o troco ao Brasil.

Em 2012,  “o ministro da Defesa Celso Amorim visitara La Paz e se preparava para decolar quando seu avião foi cercado e revistado, inclusive com cães farejadores, a mando do cocaleiro, desconfiado que o ex-chanceler do governo Lula levava um senador de oposição asilado na embaixada do Brasil”.

O governo brasileiro calou, perdeu duas refinarias e está investindo na Bolívia  quase U$ 200 milhões de dólares.

dilma

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