Cármen Lúcia muda critério de Zavascki e delatores terão que esperar PGR para saber de pena

Direto na fonte

Ao que tudo indica, a maneira com que Teori Zavascki lidava com as delações premiadas negociadas com o MPF não é a mesma de Cármen Lúcia.

O ministro entendia que, selado o acordo com o MPF, já podia deliberar o início de cumprimento de pena na homologação.

Paciência – Cármen Lúcia preferiu seguir o rito normal: encaminhar os processos à PGR para a devida análise. Assim, a Procuradoria decide sobre abertura de inquérito e só depois é que a papelada volta para o STF. A assessoria da PGR informa que não há prazo para que isso aconteça.

Pausa – Assim sendo, os 77 delatores da Odebrecht não tem como saber quando começam a cumprir pena conforme acertado com o MP.

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