Com ministros sob suspeita, delações da Odebrecht forçarão Temer fazer reforma

Segundo o “El País”, a homologação das delações premiadas da empreiteira Odebrecht, mas sem a divulgação imediata de seu conteúdo, iniciou um período de apreensão na gestão Michel Temer (PMDB).

O Governo avalia que assim que começar a temporada de vazamentos dos acordos de colaboração com a Justiça, o presidente e seus auxiliares mais próximos avaliarão quais ministros citados no escândalo da Lava Jato terão condições de permanecer no cargo e quais terão de deixar as funções por causa da gravidade das acusações.

Nos últimos meses, ao menos quatro deles já foram citados por delatores: Eliseu Padilha (Casa Civil), José Serra (Relações Exteriores), Gilberto Kassab (Cidades) e Moreira Franco (programa de privatizações).

Todos negaram qualquer envolvimento em atos ilícitos.

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