Repercussão das prisões de Eike e Odebrecht: primeiro, “sonhador”; segundo, “temido e odiado”

Sônia Racy

No meio empresarial, a prisão de Eike Batista teve uma recepção bem diferente da reação ao encarceramento de Marcelo Odebrecht.

O empreiteiro era extremamente pragmático, temido e odiado.

Já Eike sempre foi considerado um “sonhador” megalômano que ao montar seus projetos, iludiu, principalmente… a si mesmo.

Céu sem limite – Eike não media gastos conforme o negócio em pauta – comprou o Hotel Glória por R$ 20 milhões a mais do ofertado pelo segundo pretendente, pagava bônus bem acima do mercado a seus executivos, concordava com fees maiores em operações de bancos e também gostava de contribuições beneficentes.

Madonna que o diga: em 2009, anunciou U$7 milhões para a ONG SKF – cuja madrinha é a cantora. A popstar, na ocasião, foi às lágrimas…

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