Depoimentos de Eike Batista vão começar a abrir a “caixa-preta” do BNDES

Está próximo de serem conhecidas as empresas que tiveram benesses no BNDES.

Eike Batista irá abrir a boca sobre esse “segredo”.

A estratégia até hoje é transferir para os políticos todas as desgraças advindas da corrupção.

Mas há “outros” talvez até mais responsáveis, pela soma fabulosa de dinheiro que usfruíram.

Mais do que abalar o mundo político e personagens de diversos partidos, a prisão efetiva do empresário Eike Batista vai aprofundar uma linha de investigação que ainda é apenas tangenciada pela Lava-Jato: os financiamentos liberados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com juros subsidiados, a diversas empresas durante os anos dos governos Lula e Dilma.

Entre 2003 e 2014, o BNDES disponibilizou R$ 10 bilhões para as empresas de Eike Batista.

Deste montante, R$ 6 bilhões chegaram a ser efetivamente contratados — a única empresa da holding que não contraiu empréstimos foi a petrolífera OGX.

Segundo a assessoria do banco, parte do montante chegou a ser quitado e uma outra parte foi assumida pelos novos controladores das empresas.

“O BNDES está muito próximo da Petrobras, até mesmo fisicamente”, alertou um especialista em mercado financeiro.

“Se essa tampa for aberta, de fato, a crise pode ser grande. Tem muita empresa que cresceu às custas dos juros amigos do BNDES”, completou o analista.

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