Força-tarefa apura suspeita de corrupção em 52 empresas e fundos de investimentos

A Procuradoria da República no Distrito Federal montou uma força-tarefa para investigar suspeita de corrupção em aportes financeiros feitos por entidades e agentes públicos em 52 grandes empresas e fundos de investimentos privados.

O objetivo é apurar se esquemas descobertos nas Operações Sépsis, Greenfield e Cui Bono? estão relacionados a um mesmo grupo criminoso.

Apontado como operador do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, Lúcio Bolonha Funaro seria o elo entre agentes públicos e empresários.

Procuradores apuram se investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), da Vice-Presidência de Pessoa Jurídica da Caixa, de fundos de pensão e de instituições previdenciárias municipais e estaduais foram liberados mediante pagamento de vantagens indevidas a funcionários públicos. S

ão alvo da investigação, além de Cunha e Funaro, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto.

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