Expectativa é de que a ação contra Dilma e Temer seja apreciada até 16 de abril

O futuro do Brasil passa pelos sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE): eles devem julgar, nas próximas semanas, a ação que pode culminar em mais uma mudança no Palácio do Planalto.

Os magistrados serão os responsáveis por analisar o pedido do PSDB de impugnação na chapa Dilma-Temer por suposto abuso de poder econômico.

O TSE é composto por ministros do Supremo Tribunal Federal,  do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e por advogados indicados pelo STF e nomeados pelo presidente da República.

A ação no TSE, que era considerada o menor dos problemas para o presidente Michel Temer, ganhou outras proporções após a revelação do conteúdo dos depoimentos de ex-executivos da Odebrecht e de o relator do caso, Herman Benjamin, sinalizar, nos bastidores, que deve dar voto favorável à cassação.

O processo nem acabou, mas já provocou estragos políticos no governo com revelações de ex-integrantes da empreiteira em relação às doações ao PMDB, envolvendo ministros da Esplanada.

O Palácio do Planalto, no entanto, acredita que, apesar da posição de Benjamin, conseguirá reverter o resultado no plenário.

Mesmo se o voto do relator for contrário a Temer, aliados acreditam que o peemedebista não perderá o mandato por essa causa.

Diante do cenário, a expectativa é de que algum ministro peça vistas no julgamento e demore para ser retomado.

Depois, a ideia é apelar para o Supremo Tribunal Federal (STF), de modo que a questão só seja resolvida após as eleições de 2018.  (Correio)

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