TSE adia julgamento de chapa e dá fôlego ao governo Temer

A ação foi interrompida depois que os ministros deram mais prazo à defesa e decidiram ouvir novas testemunhas, entre elas o ex-ministro Guido Mantega e o marqueteiro João Santana.

Com isso, o governo Temer ganha fôlego e a duração do processo toma-se imprevisível.

Segundo a Folha apurou, o relator da ação, Herman Benjamin, percebeu que poderia ser voto vencido na questão do tempo para alegações ou que alguém poderia pedir vista dos autos, o que suspenderia a sessão por tempo indeterminado.

Além disso, minutos antes de a sessão começar, os sete ministros do TSE souberam que Santana havia fechado acordo de delação premiada com o Ministério Público.

A expectativa é que ele confirme que recebeu pelo menos R$ 20 milhões em caixa dois da Odebrecht.

O julgamento deve ser retomado em maio, quando já terão tomado posse no tribunal dois novos ministros, indicados por Temer.

O adiamento da decisão acalmou investidores: a Bolsa subiu e o dólar caiu abaixo dos R$ 3,10.

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