Com política em crise após Lava Jato, Rede filia nomes do Judiciário para eleições de 2018

Painel

Num momento de extremo desgaste para nomes tradicionais da política, a Rede, da ex-senadora Marina Silva, trabalha para atrair integrantes do Judiciário.

O juiz Márlon Reis, um dos redatores da Lei da Ficha Limpa, deve concorrer ao Senado pelo Maranhão.

A sigla também quer que o delegado aposentado da PF, Jorge Pontes, ex-Interpol, dispute vaga na Casa pelo Rio. Em passo ainda mais audaz, sonha filiar o chefe da PF, Leandro Daiello, e Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato.

De olho Os ex-ministros do STF Ayres Britto e Joaquim Barbosa também são mencionados como alvos.

Aliados dizem que Marina é extremamente cautelosa nas conversas e nunca faz sondagens.

Por dentro Integrantes do partido dizem que a ex-senadora apenas ressalta a importância de uma atuação política institucional.

Essa linha de discurso teria sido usada por ela, por exemplo, em conversa com Dallagnol, há cerca de dois meses.

Aqui não Procurada, a assessoria da força-tarefa nega que Dallagnol tenha sido sondado.

A assessoria de Daiello vai além e nega qualquer conversa nesse sentido.

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