Relator da mudança da CLT reafirma que irá manter a extinção do Imposto Sindical

O deputado Rogério Marinho, relator da flexibilização da CLT, desmente categoricamente que irá ceder às pressões de grandes organizações sindicais do país para retirar do seu parecer a extinção do Imposto Sindical.

Como registrou este blog, a mídia nacional informa que o Palácio do Planalto estaria articulado com o seu correligionário, deputado Rogério Marinho, no sentido de excluir do parecer a extinção do IS e dessa forma ganhar simpatias políticas entre empresários e trabalhadores, que, juntos, se opõem a essa proposição.

O deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), relator da reforma trabalhista,  entretanto,  reafirmou que a contribuição sindical é uma herança fascista, pois faz parte dos pontos que falam do direito sindical da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que foram inspirados nas normas do italiano Benito Mussolini.

A contribuição movimenta cerca de R$ 3,6 bilhões por ano ($$$$$$$).

Diante do tom incisivo do parlamentar, a expectativa é que ele não mude mesmo de posição e mantenha a extinção.

Repita-se: vamos acompanhar se as previsões serão confirmadas, ou não.

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