Presidente da Funai deve ser demitido após contrariar indicações políticas de ruralistas

El País

O Governo Michel Temer não se entende com os índios.

Primeiro, levou sete meses para nomear o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), o órgão responsável por ditar a política indigenista brasileira, assim como por coordenar o processo de demarcação das terras deles.

Agora, quatro meses depois que um titular assumiu o cargo, questões internas são responsáveis pela iminente queda de Antônio Costa, o dentista e pastor evangélico indicado pelo Partido Social Cristão (PSC) que assumiu a função.

Apoiado pelo líder do Governo no Congresso Nacional, o deputado André Moura (PSC-SE), nas últimas semanas Costa se negou a nomear uma série de políticos para cargos técnicos.

Com atuação junto a indígenas por duas décadas, o ainda presidente tinha um acordo para indicar apenas especialistas para as coordenadorias regionais e assessorias da Funai.

Seu padrinho político, Moura, e o ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB-PR), a quem a Funai está subordinada, contudo, entenderam que seus encaminhamentos não estavam corretos e exigiram a nomeação de 28 de seus afilhados.

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