Rodrigo Maia descarta cassar deputados por crime anterior ao mandato

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou com exclusividade ao Estado que os deputados citados em delações da Lava Jato e na lista do ministro Edson Fachin, relator da operação no Supremo Tribunal Federal, só podem ser alvo do Conselho de Ética da Casa se os supostos ilícitos tiverem sido cometidos antes de janeiro de 2015, quando teve início a atual legislatura.

Na prática, o entendimento dele significa um salvo conduto para quase todos os atingidos pela Lava Jato.

“O que está acontecendo na Câmara desde 2015 e desde antes é que, por exemplo, o (deputado cassado) Eduardo (Cunha, do PMDB) apenas respondeu a processo no Conselho de Ética porque mentiu no mandato.

Então, há uma jurisprudência na Câmara que você responde o ato daquele mandato.

Isso está meio que colocado hoje”, disse ele.

Segundo Maia, que também é citado na Lava Jato, essa compreensão ainda “pode mudar” porque as “coisas têm a sua dinâmica”

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