Gilmar Mendes: Investigar sim… sem prejulgar

Indagado sobre o “caso BNDES” – a condução coercitiva de funcionários do banco pela PF, sexta-feira, Gilmar Mendes afirmou à coluna que “ações que configuram arbitrariedade devem ser coibidas”.

De São Petersburgo, na Rússia, onde participa de congresso internacional sobre normas eleitorais, o ministro do STF foi além:

“A corregedoria (da PF) deveria fiscalizar melhor as atividades de áreas sob sua guarda”.

Ontem, em entrevista à coluna, a presidente do banco, Maria Silvia Bastos, disse não entender a condução coercitiva e defendeu a equipe de técnicos da instituição.

…sem prejulgar O ministro defendeu “maior rapidez” na votação do projeto sobre abuso de autoridade que tramita no Congresso.

Um dos argumentos que mencionou foi que o pedido de investigação de ministros do STJ acabou “amedrontando toda a esfera de controle do Judiciário”.

 “Perdemos o equilíbrio entre os poderes”, completou Gilmar, que volta ao Brasil no fim da semana. (Estado)
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