Pesquisa mostra baixa aprovação de nomes cogitados para suceder Temer

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é aprovado por apenas 2% da população.

É o que diz pesquisa da Ipsos realizada entre os dias 1º e 13 de maio.

O líder, um dos favoritos para concorrer à Presidência da República em uma possível eleição indireta, é desaprovado por 50% dos entrevistados.

Já 48% afirmam que não conhecem bem o seu trabalho para opinar.

A popularidade de outros nomes cogitados para disputar a eventual eleição indireta também foi avaliada na pesquisa. A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, é aprovada por 30% da população e desaprovada por 24%.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tem 12% de aprovação e 70% de rejeição.

Dentre os entrevistados, 6% aprovam total ou parcialmente a atuação do atual ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Já 44% desaprovam o seu trabalho.

O ministro do STF e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, é aprovado por apenas 3% dos entrevistados e rejeitado por 44% deles.

Divulgada poucos dias antes da delação da JBS, a pesquisa não inclui nomes de outros possíveis candidatos cotados para disputar a presidência, como o ex-ministro Nelson Jobim (PMDB) e o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).

O levantamento tem o objetivo de monitorar a opinião pública sobre a atuação de políticos e figuras brasileiras populares.

O nome melhor avaliado é o do juiz Sérgio Moro.

Entre os entrevistados, 69% aprovam totalmente a atuação dele no País.

No ranking de baixa popularidade, quem lidera é o ex-líder da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Ele possui índice de 88% de rejeição e apenas 1% de aprovação. Em seguida, vem o presidente Michel Temer, com 86% de desaprovação.

O nome de Lula (PT) também aparece na avaliação da Ipsos. O ex-presidente recebe 33% de aprovação e 63% de rejeição.

Ainda segundo a pesquisa, a gestão de Michel Temer alcançou, em maio, o maior índice de rejeição, 80%.

O estudo também aponta que 93% dos entrevistados acreditam que o Brasil está no rumo errado.

A pesquisa é baseada em 1.200 entrevistas pessoais e domiciliares realizadas mensalmente em 72 municípios brasileiros.

A margem de erro é de 3 pontos porcentuais. (AE).

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