Presidente temeu gravações de garçom do seu gabinete, que “twitava” com Lula

O jornalista Elio Gaspari conta hoje, 11, em sua coluna, uma história interessante.

O presidente Temer, ao assumir, demitiu um garçom que servia ao gabinete presidencial, sob a suspeita de que ele tinha “twitter” e conversava sempre com Lula.

No final, quem realmente gravou conversas do Presidente foi o seu amigo, empresário Joesley Batista.

Leia o texto de Elio Gaspari:

Logo que ocupou a sala de Dilma Rousseff, Michel Temer praticou um dos atos mais cruéis de seu mandarinato. Demitiu sumariamente o garçom José Catalão, figura querida no terceiro andar do Planalto.

De nada adiantaram os apelos para que fosse transferido para outra copa.

Catalão foi o primeiro desempregado do governo de Temer.

Em um ano, juntaram-se a ele 1,8 milhão de brasileiros.

Numa primeira versão o garçom Catalão foi mandado embora porque era petista. Não colou.

Noutra, endossada por Temer, ele foi visto tuitando mensagens para Lula.

Lorota, o celular do garçom era rudimentar, não tinha aplicativos.

Um ano depois, Temer recebeu o bilionário Joesley Batista e ele tinha um gravador oculto.

Deu no que deu.

O garçom empregou-se no gabinete da senadora Kátia Abreu.

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