Agrava-se a crise política: doleiro admite à PF operar caixa 2 do PMDB

Em depoimento à PF no inquérito aberto no STF para investigar o presidente Michel Temer, o doleiro Lúcio Funaro admitiu ter operado o caixa dois do PMDB.

Funaro, que está preso e tenta um acordo de delação premiada, contou como funcionava, no partido, o esquema de nomeações a cargos públicos associadas a desvio de recursos.

O doleiro é suspeito de intermediar repasse de R$ 4 milhões a peemedebistas.

Segundo uma fonte presente no interrogatório, Funaro disse que Temer tinha conhecimento de detalhes do financiamento da legenda.

O presidente, que comandou o PMDB de 2001 a 2016, disse saber apenas de doações legais.

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