Faleceu em Natal, a ex-governadora do RN Wilma de Faria e é alterado o local do velório

Faleceu às 23hs40 de ontem, na Casa de Saúde São Lucas, a ex-governadora do RN, Wilma de Faria, 73.

Lutava contra um câncer de intestino há dois anos.

Professora, graduada pela UFRN, iniciou-se na vida pública como secretária de estado (1983), no governo José Agripino.

Na política, o seu primeiro mandato foi em 1986, como deputada federal na Constituinte.

Dois anos depois (1988), renunciou ao mandato de deputada federal e tomou posse como Prefeita de Natal.

Posteriormente, voltou por duas vezes à Prefeitura de Natal.

Em 2002, Wilma chega ao governo do Estado, onde exerceu dois mandatos.

Em seguida foi vice-prefeita de Carlos Eduardo Alves.

Atualmente, ela era vereadora em Natal e estava em licença, desde abril.

ÚLTIMA HORA – notícia atualizada

O velório não será no Palácio da Cultura (Praça sete de setembro), em Natal, como anunciado anteriormente.

Por questão de logística realizar-se-á na Catedral Metropolitana de Natal, na avenida Deodoro, a partir de 09 horas.

Continua prevista missa de corpo presente, às 17h30.

O cortejo para o sepultamento sairá da Catedral Metropolitana (nova), em direção ao cemitério Morada da Paz, Emaús, às 19 horas.

Opinião do blog – A história política estadual registrará para sempre, a passagem na vida pública de Wilma de Faria.

Determinada, deixou marcas de “guerreira”, como era chamada.

Galgou sucessivos mandatos, com a demonstração de persistência e força de vontade.

Sobretudo, quando chegou ao governo do estado, enfrentando os grupos tradicionais do Estado.

O editor deste “blog” foi candidato a vice-prefeito na chapa com Wilma, que venceu as eleições de 1988, em Natal.

À época foi acirrada a disputa com o então deputado Henrique Alves.

Uma campanha que parecia destinada ao fracasso.

Henrique dispunha do apoio do então presidente José Sarney e do governador do Estado, Geraldo Melo.

O pai, Aluízio Alves, era ministro de Estado.

E o primo Garibaldi Alves, prefeito de Natal.

Um clima político, absolutamente adverso e tido com imbatível.

Juntos, lutamos nas ruas de Natal e ao final alcançamos a vitória nas urnas.

Campanha memorável a de 1988, sobre a qual o Editor guarda recordações.

Que Deus receba Wilma na Eternidade e lhe dê o descanso que merece, após tantas demonstrações de luta e tenacidade.

Mesmo no leito hospitalar, Wilma acreditava na Vitória de viver e lutar pelo que acreditava.

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