Infraero vê sobrepreço em obras de Cumbica e Viracopos

Em análise técnica dos contratos que firmou para execução de obras de expansão dos aeroportos de Guarulhos e Viracopos, a Infraero constatou que pode ter pago R$ 1,316 bilhão a mais em relação aos preços reais.

A estatal federal, que é dona de 49% das concessionárias que administram os dois aeroportos, encaminhou os documentos ao Tribunal de Contas da União (TCU).

A suspeita é de que parte desses projetos foi superfaturada.

Em Cumbica (Guarulhos), o conjunto de obras realizadas na fase inicial da concessão somou R$ 2,132 bilhões.

Ao analisar os custos dessas obras no mercado, porém, a Infraero concluiu que o valor das obras seria de R$ 1,7 bilhão, ou R$ 432 milhões a menos.

Em Viracopos (Campinas), o contrato de R$ 2,843 bilhões foi avaliado pela Infraero em R$ 1,959 bilhão, uma diferença de R$ 884 milhões.

Em julho de 2016, a Infraero foi acusada pelo TCU de adotar postura omissa nas contratações dos aeroportos concedidos nos quais detém participação: Guarulhos, Viracopos, Brasília e Galeão.

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