Guido Mantega fez central para vender dados e informações para bancos, diz Palocci

O ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci afirma que seu sucessor na pasta, Guido Mantega, vendia informações para o setor financeiro nos governos petistas.

Nas negociações para fechar acordo de delação, ele diz que a sede do suposto esquema era o prédio do ministério em São Paulo, onde Mantega costumava despachar semanalmente.

De acordo com Palocci, preso no Paraná e condenado em primeira instância a 12 anos de prisão, o sucessor antecipava dados sobre juros e medidas provisórias de interesse de bancos.

Com acesso privilegiado, as instituições podiam se preparar para mudanças que as afetariam.

Em troca, segundo o relato, o ministro recebia apoio para o PT.

A defesa de Mantega, investigado na Lava Jato, afirma que a acusação “causa estranheza”, já que posições dele no ministério desagradaram aos bancos.

“Qualquer caixa de agência bancária do país sabe que quem representava os interesses do mercado financeiro era o próprio Palocci”, diz o advogado Fábio Tofic Simantob.

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