Adiamento de reforma da Previdência custará ao menos R$ 18,6 bi

O governo estima que deixará de economizar R$ 18,6 bilhões no curto prazo nas contas do INSS caso a aprovação da reforma da Previdência seja adiada para depois das eleições de 2018.

O cálculo – feito pelo Ministério da Fazenda a pedido do Estado – leva em consideração o impacto direto das mudanças nas regras de aposentadorias e pensões previstas no substitutivo da Proposta da Emenda à Constituição (PEC) já aprovado pela comissão especial da reforma na Câmara.

O levantamento sobre o “prejuízo” com um eventual adiamento da reforma pressupõe que o próximo presidente teria de aprovar, em seu primeiro ano de mandato, as mudanças previdenciárias.

Com isso, o impacto fiscal positivo esperado com a reforma viria somente em 2020.

Nesse cenário, deixariam de ser economizados no âmbito do INSS cerca de R$ 4,8 bilhões em 2018 e R$ 13,8 bilhões em 2019, em valores atuais.

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