Receita fará pente-fino em declarações de repatriação de recursos no exterior

Contribuintes que não têm rendimento compatível com o declarado no programa de repatriação de recursos no exterior deverão comprovar a regularidade dos ativos à Receita Federal.

Quem não conseguir será excluído do programa, e os dados informados serão usados em investigações.

Servidores públicos e supostos “laranjas” estão na mira do pente-fino, que começa em agosto.

Até agora, cinco políticos apresentaram declaração, o que não é permitido por lei.

Há ainda indícios de que 241 declarantes morreram.

A anistia do programa só vale para crimes tributários.

Quem repatriou dinheiro de corrupção pode ser processado criminalmente.

Na primeira etapa do programa, em 2016, foram regularizados R$ 156 bilhões pertencentes a 25 mil pessoas e 96 empresas.

A maior parte dos recursos veio das Ilhas Virgens Britânicas, de empresários na faixa dos 60 anos.

O perfil deve se repetir na próxima etapa.

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