Ex-presidente da CEF relata que Cunha pressionou para liberar dinheiro de propina do FI do FGTS

Estado

O ex-presidente da Caixa Jorge Hereda relatou nesta quarta-feira, 26, ter sofrido ‘pressão’ e ‘ameaça’ do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ).

Arrolado como testemunha em ação penal que tramita em Brasília contra o ex-presidente da Câmara por fraudes e desvios no Fundo de Investimentos do FGTS da Caixa, Hereda depôs por vídeoconferência, de Salvador.

Segundo o ex-presidente da Caixa (2011/2015),  Cunha o teria pressionado a dar aval à liberação de verbas para grupos econômicos das relações do então deputado e de seus “amigos”, cujos valores seriam transformados em parte de propinas.

Em delação premiada, o ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto revelou que Eduardo Cunha e um aliado muito próximo dele, Lúcio Funaro – preso desde julho de 2016 na Operação Sépsis, que investiga as fraudes no FI-FGTS – , mantinham um esquema de propinas.

Segundo Cleto, eles cobravam das empresas que recebiam financiamentos porcentuais sobre os valores milionários liberados.

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