No RN, Robinson quer atrair João Maia e aceita indicação do PR-RN para Secretaria de Estado

Comenta-se nos bastidores da política local que o governador Robinson Faria fará mudança no secretariado estadual.

Já haveria até a Secretaria, que irá vagar.

A indicação seria do PR, partido do ex-deputado João Maia do PRN-RN, em plena campanha para retornar à Câmara Federal ou até disputar Senado, e/ou vice-governador do RN.

Os projetos de João Maia são audaciosos e usa como arma a persistência e o trânsito em todas as áreas políticas, embora existam sinais de rejeição notórias ao seu comportamento político.

O governador Robinson Faria corteja João Maia, confia no seu potencial eleitoral, capacidade e competência, e por isso quer atraí-lo para o seu sistema, visando à reeleição em 2018.

Embora existam hipóteses, não foi ainda divulgada a Secretaria de Estado que terá como titular um indicado de João Maia.

O “nó” de tudo isso é acomodar nesse projeto o ex-prefeito Jaime Calado e sua esposa deputada Zenaide Maia, irmã de João de Maia, que se mostram distantes do governo do estado e assumem posição em favor de Lula e do PT, antagonistas do governador Robinson Faria.

O maior colégio eleitoral de João Maia é São Gonçalo do Amarante, com potencial para mais de 20 mil votos, que é liderado pelo cunhado Jaime e a irmã Zenaide, candidata do petismo ao Senado.

Como ficaria o Imbróglio, se Calado e esposa apoiarem Fátima para governadora ?

João Maia estaria disposto a perder o apoio em São Gonçalo do Amarante, talvez para Fernando Mineiro, potencial candidato à deputado federal?

Em tempos de Brasil novo, cabe perguntar: a estratégia renderá votos para a reeleição de Robinson Faria?

Talvez possa render,  se Robinson voltar ao “ninho” petista, o que parece difícil com a determinação da senadora Fátima Bezerra candidatar-se ao governo do estado.

Outra hipótese é o raciocínio de que o governador Robinson Faria não acredite nessa história de Brasil novo e ache que em 2018  simplesmente continuarão valendo os apoios dos tradicionais colégios eleitorais do estado, agrupando prefeito e vereadores, o que João Maia tem em fartura para oferecer, com a exigência de “compensações” imediatas.

É bom não esquecer a lição de 2014, com a vitória de Robinson Faria, quando não pesaram os “velhos” esquemas municipais.

Por fim, caso sejam superadas todas as dificuldades para a volta de Robinson ao petismo, ele perderia o apoio dos “tucanos”, que os governistas asseguram como certo em 2018 (????).

Ou, o deputado Ezequiel Ferreira, a contra gosto do grupo tucano mossoroense, levaria o PSDB para o apoio à Robinson, junto com João Maia e o PT local?

Difícil responder essas dúvidas.

Só o tempo dirá!

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