Advogados de Henrique Alves alegam ainda não conhecerem acusações ligadas ao FI-FGTS da CEF

Era previsto para hoje, 20,o interrogatório  em Brasília do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na ação penal que avalia suposto esquema de corrupção para liberar recursos do FI-FGTS à empresas pela Caixa Econômica Federal.

O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, suspendeu a audiência.

O deputado Henrique Alves é um dos acusados com envolvimento nessas liberações e os seus advogados alegaram que ainda não tiveram acesso à delação do corretor Lúcio Bolonha Funaro, já homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que faz denuncias ao citado parlamentar nessa área do FI-FGTS da CEF.

Diante disso, explicaram que não conheciam fatos e nomes ligados às acusações contra Henrique Alves e não haveria como preparar adequadamente as estratégias de defesa, que estaria cerceada.

Com a suspensão, os interrogatórios foram reagendados para os dias 4 e 9 de outubro.

Há a possibilidade de Cunha permanecer preso em Brasília ao menos até o dia 9.

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