Na Bolívia, Evo Morales insiste em mudar leis para tentar quarto mandato

Parlamentares do partido Movimento para o Socialismo (MAS) apelaram ao Tribunal Constitucional para que diversos artigos da Constituição e da Lei de Regime Eleitoral que impedem que o presidente da Bolívia, Evo Morales, de buscar novamente uma reeleição em 2019, sejam declarados ilegais.

Após dois dias de sessões do IX Congresso Extraordinário do Movimento para o Socialismo (MAS), encerrado recentemente, o partido aprovou, por unanimidade, lutar pelo quarto mandato presidencial consecutivo do líder Evo Morales, presidente da Bolívia desde 2006.

Esta é a primeira tentativa pública do próprio partido de Morales visando a sua participação nas eleições de 2019, apesar de a população já ter rejeitado a mesma proposta proposta num referendo popular, realizado em fevereiro de 2016.

O MAS, então, minimizara a derrota atribuindo o fracasso a “apenas 1% dos votos”: 50% votaram ‘não’ e 49% ‘sim’.

O primeiro mandato do presidente Evo Morales começou em 2006, o segundo teve início em 2010 e o terceiro mandato em 2015, após o Tribunal Constitucional aprovar sua nova candidatura, por entender que a Bolívia foi refundada em 2009.

Caso concorra efetivamente nas eleições de 2019 e venha a se reeleger, Morales permanecerá no poder até 2025.

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