Temer privilegia conservadores e empresariado nos 16 meses de governo

Nos 16 meses do governo Michel Temer (PMDB), demandas do empresariado e de setores que defendem posições conservadoras tiveram avanço significativo no Executivo e no Congresso.

Assim que assumiu, em maio de 2016, Temer recebeu uma pauta de reivindicações dos empresários e dos ruralistas, dois segmentos que apoiaram o impeachment da petista Dilma Rousseff.

A Confederação Nacional da Indústria mandou 36 propostas “para o Brasil sair da crise” — 29 avançaram. Os ruralistas enviaram 17 prioridades, sendo 13 atendidas.

Entre os interesses desses dois setores estão a reforma trabalhista, a regulamentação da terceirização e a lei de regularização fundiária.

As bancadas da bala (segurança) e evangélica também elogiam o governo.

Diretor do Diap (que reúne 900 entidades de trabalhadores), Antônio Augusto de Queiroz afirmou que a gestão Temer integra arranjo “em tomo da agenda neo-liberal”, menosprezando a correção de “desigualdades regionais e de renda”.

Vinculada à Presidência, a Casa Civil disse que o governo atende em “tempo hábil” às demandas de todos os grupos, sem distinção. (Folha)

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