Flávio Rocha, a opção que surge para disputar o governo do RN em 2018

Do editor

Ressurge, com força política, o nome do empresário Flávio Rocha como possível candidato ao governo do RN.

Sem dúvida, uma boa notícia para compor o “leque” de opções oferecidas ao eleitor em 2018.

Nesse momento de crise profunda do país é importante o cidadão dispor de muitos nomes lançados no processo eleitoral para, livremente, fazer as suas escolhas.

Flávio Rocha preenche uma condição básica para ser candidato a mandato eletivo: é político e não se apresentaria com essa “historia da carochinha”, de ser o “novo” e “apolítico”.

Uma democracia somente se consolida com políticos exercendo mandatos eletivos e não “aventureiros”.

Os deploráveis casos de corrupção atuais não podem demonizar a atividade política.

Os aspirantes à cargos eletivos poderão ter origem em quaisquer camadas ou grupos sociais.

Não se justifica vetar ou discriminar, por exemplo, nomes vindos de empresas privadas, forças armadas, religiões, sindicalismo etc.

O que se exige é notória vocação política, demonstrada nas ideias e propostas.

Sobretudo, uma “folha corrida limpa”

Flávio Rocha foi deputado federal (com bom desempenho) e chegou, em defesa de tese pessoal, a ser candidato à presidência da República.

Portanto, é do “ramo” e acumula experiência, elemento indispensável para governar um Estado como o RN.

Não seria aventura a sua candidatura.

O eleitor poderá concordar, ou não com ele, mas já o conhece na vida pública pretérita do Estado e do país.

A ponderação feita ao nome de Flávio Rocha (certamente os “áulicos” não lhe dirão isso) é que, caso aspire ser governador do RN, não exagere na dose capitalista de colocar “mercado” e “custos” como bússolas da sua administração pública.

Esses são dois fatores indispensáveis e absolutamente necessários serem considerados pelo administrador público, ou privado.

Resume-se em saber colocar a “vírgula” no cheque para evitar esbanjamentos.

Todavia, o ente público (governo) não é igual à empresa privada.

Nas horas de crises econômicas fala-se muito em reduzir o tamanho do Estado e adotar o modelo da empresa privada na gestão pública.

Nem tanto ao mar, nem tanto ao peixe.

O Estado não pode ser eliminado, para a empresa substituí-lo.

Ambos são instrumentos coletivos essenciais, que têm funções sociais absolutamente diferentes e precisam sobreviver, através do planejamento.

A empresa privada busca a eficiência, reduz custos e persegue a qualidade dos seus produtos, com o objetivo de lucros financeiros.

O Estado deve buscar a eficiência, reduzir custos e garantir a qualidade dos seus serviços, com o objetivo de lucros sociais.

Ambos, portanto, desejam o lucro; apenas com aplicações diferenciadas dos resultados econômicos alcançados.

Um não prospera sem o outro.

Numa e noutra hipótese exige-se prioridade na disponibilidade de recursos financeiros, sem o que nada será realizado.

A empresa costumeiramente já planeja, sob pena de sucumbir.

Infelizmente, o Estado “leva com a barriga” e alimenta distorções injustificáveis.

Não se pode negar essa realidade daí a necessidade de mudanças nos métodos de governar.

Note-se que no país mais capitalista do mundo (Estados Unidos), o Estado é fortíssimo, em todos os sentidos, obedecido o modelo das liberdades.

Flávio Rocha, empresário e político vitorioso, sendo candidato a governador do RN em 2018, enriquecerá o debate político para superar as graves dificuldades atuais.

Ao final, o eleitor poderá “comparar” todos os nomes lançados e decidirá, soberanamente, nas urnas livres.

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