Em razão do radicalismo, se Lula não disputar a eleição presidencial, Bolsonaro enfraquecerá

Vittorio Medioli

Caso Lula venha a ser impedido de concorrer por condenação em segunda instância, o quadro desfavorecerá Bolsonaro.

O clima eleitoral com um radical preso enfraquecerá o outro. (“O Tempo”, MG)

Opinião do blog – Seria catastrófico para o país se as últimas pesquisas para a presidência fossem verdadeiras.

Mas faltam 11 meses para a eleição.

Lula e Bolsonaro: candidaturas movidas pelo radicalismo e o ressentimento.

O petista querendo ser o Messias, o “injustiçado”, diante das denuncias que tramitam na justiça contra ele.

Nessa linha de conduta, Lula percorre o país e lança nas ruas expressões como essas:

A partir de agora, se me prenderem, eu viro herói. Se me matarem, viro mártir. E se me deixarem solto, viro presidente de novo”.

“Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste país, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu”.

Bolsonaro prega sem meias palavras  a volta ao autoritarismo e pronuncia na mídia frases como essas:

“O grande erro da ditadura foi não matar vagabundos e canalhas como Fernando Henrique.” 

“O objetivo é fazer o cara abrir a boca. O cara tem que ser arrebentado para abrir o bico.”

“Se fuzilassem 30.000 corruptos, a começar pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o país estaria melhor.” 

Lula e Bolsonaro torcem para quem um e outro continue na disputa presidencial.

Se um sair, o outro desaparecerá do cenário político.

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