No caso de Lula, a celeridade da justiça evitará novo mergulho do país na insegurança

Editorial da FOLHA hoje, 14:

Na sentença condenatória, proferida em julho, o juiz federal Sergio Moro considerou que o ex-presidente recebeu propina da construtora OAS na forma do célebre apartamento tríplex de Guarujá, embora o imóvel tenha permanecido em nome da empresa.

O processo é complexo o bastante para suscitar dúvidas quanto ao julgamento em segunda instância, embora a maior parte do mundo partidário dê a condenação como mais provável.

O próprio Lula, réu em outras seis ações, demonstra trabalhar com essa hipótese.

Qualquer que seja a decisão de 24 de janeiro, a celeridade da Justiça é e será mais que bem-vinda.

Afinal, as múltiplas opções de recursos à disposição da defesa e da acusação ameaçam arrastar a pendenga até a abertura das urnas, ou mesmo depois disso.

Em um país ainda fragilizado por traumas políticos e econômicos recentes, deve-se fazer todo o possível para evitar novo mergulho na instabilidade e na insegurança.

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