Análise acerca da opção do eleitor em 2018 entre o “novo”, “mudanças” e “experiência comprovada”

Do editor

Em véspera da eleição de 2018 a pergunta que não quer calar: qual “palavra”  definirá aquilo que o eleitor realmente deseja nas urnas em 2018?

Difícil responder.

Fácil de opinar.

O eleitor quer o novo?

O eleitor quer mudanças, independente de novo?

O eleitor quer a experiência do político, que possa ter a coragem de declarar a continuidade do seu trabalho anterior na vida pública, sem envergonhar-se?

Vejamos.

SIGNIFICADO DO NOVO, MUDANÇAS E EXPERIÊNCIA

Novo é chavão, de quem, por vaidade ou ambição, quer um mandato, não tem discurso, nem experiência, e se apresenta apenas com a repetição do vocábulo novo.

Quem assim se autodenomina esquece que, na sociologia, o novo é sempre a soma de elementos atuais e adquiridos, ao longo da vida.

Não há novo sem passado demonstrado em área específica de atuação.

Mudança é outra palavra mágica, sobretudo para uso de “carreiristas”, que já tiveram oportunidade de “mudar pra valer” e nunca mudaram.

São os especialistas em “caronas”, com a promessa de realizarem o que aparece nas pesquisas como desejo da opinião pública.

Por que só agora querem mudar?

Esses serão com certeza desmascarados nas urnas.

Por fim, o discurso de quem, comprovadamente experiente, não negue ter sido político, apresente conquistas concretas de mandatos anteriores, ou, mesmo sem ter exercido cargos eletivos, não se envergonhe do desejo de construir uma obra política.

A experiência exigida poderá ser demonstrada no desempenho de mandatos eletivos, ou até na vida privada vitoriosa e limpa.

QUAL PALAVRA O ELEITOR DESEJA EM 2018?

A tentativa de resposta, à indagação do início da postagem é que a “palavra aguardada e desejada pelo eleitor em 2018 será o somatório do “novo”, de “mudanças” e de “experiência”.

“Novo” significará o discurso atualizado, moderno, que evolua, até com revisões em posições assumidas no passado e atenda às expectativas do eleitor.

“Mudanças” serão compromissos concretos com o futuro da Nação, sobretudo a partir da luta por uma Assembleia Constituinte originária, o único meio do Brasil realmente mudar, passar uma esponja no passado e enfrentar o amanhã.

“Experiência” fator fundamental e decisivo para que haja o novo e as mudanças.

Não há como um piloto de “teco teco” pilotar um Boeing, do dia para noite.

Ações no poder executivo e no legislativo são complexas e não podem ser resultado de “arrojo”, ou mera euforia.

Há que existir vocação, preparo, conhecimento e experiência comprovados.

Nunca como em outubro de 2018, o Brasil espera que cada eleitor cumpra o seu dever!

Cada brasileiro terá o seu próprio futuro nas mãos.

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