Criminalista denuncia mortes no presídio onde está Maluf e chama de medieval tratamento à Cabral

Diário do Poder, Brasília, DF

Leia a coluna de Cláudio Humberto: http://bit.ly/1EgxbFr

As cinco mortes de presos no presídio da Papuda em 19 dias no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, provou uma reação do advogado do deputado Paulo Maluf (PP-SP), 86, que se encontra preso no mesmo.

A última morte foi a de um cadeirante, que teria passado mal na última sexta (19).

O criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, aproveitou para criticar também o que chamou de “medievais” as fotos do ex governador Sérgio Cabral sendo exibido “como um animal” pela Polícia Federal de Curitiba.

“Será que estas mortes seriam noticiadas se não estivéssemos discutindo o “caso” Maluf?”, indaga o advogado, para quem “a visibilidade do deputado serve também para “mostrar , demonstrar, acusar, desnudar a falência do sistema penitenciário”.

O advogado aponta ainda que é possível notar a falência do sistema pelas fotos de Cabral algemado, enquanto chegava ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba, nesta quinta (18).

“A insensibilidade esta posta nas fotos medievais do ex governador Cabral sendo mostrado pela PF de Curitiba como um animal”, conclui Kakay.

O ex-governador do Rio de Janeiro foi transferido para a capital paranaense, após o Ministério Público do Rio de Janeiro apontar tratamento diferenciado a Cabral no presídio de Benfica.

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