Energia eólica, frutas e sal, exemplos do que está dando certo na economia do RN

O Rio Grande do Norte é hoje o estado brasileiro com maior capacidade instalada de energia gerada por parques eólicos.

Os bons números são da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) que destaca o RN com 736,7 MW de capacidade instalada nos 29 parques em operação.

Em primeiro lugar no ranking da Agência, o Rio Grande do Norte superou o Ceará, Bahia e Rio Grande do Sul, e atualmente tem 52 parques eólicos em construção que aumentará em 1447,6 MW a capacidade instalada.

Até 2018 deverão ser construídos outros 49 parques, representando mais 1349,7 MW de energia gerada em solo potiguar.

ENERGIA EÓLICA NO RN

  • 736,7 MW de capacidade instalada
  • 29 Parques Eólicos em operação
  • 52 Parques Eólicos em construção que aumentará em 1447,6 MW a capacidade instalada.
  • Até 2018 deverão ser construídos outros 49 parques, representando mais 1349,7 MW de energia gerada em solo potiguar.

Opinião do blog Energia eólica, fruticultura e indústria salineira são exemplos do que está dando certo na economia do RN.

Portanto e por dever de justiça, nem tudo está perdido.

Há empreendedores bem sucedidos.

Uma política pública a ser discutida para futuro governo estadual seria definir claramente, quais os setores da economia, com potencial de crescimento, que não dependem intensamente de dinheiro público e gerem efetivamente emprego e renda , dentro do território do Rio Grande do Norte.

Esse último pré-requisito  é fundamental e prioritário, em função de exigências  sociais.

Essa política não excluiria os incentivos.

Inclusive, ideia semelhante está sendo defendida pelo liberal César Maia, Democrata do Rio de Janeiro, na sua plataforma de candidato ao governo, como forma de recuperar o estado.

Tudo nasce do ponto de vista, de que o Estado como ente público não poderá acabar e ser eliminado, da forma como prega a ultra direita, numa demonstração de total e absoluta insanidade político-social.

O Estado precisa ser moralizado, eliminados os privilégios que existem em vários setores da vida nacional e não apenas no serviço público.

Nessa concepção, o Estado sempre deverá ser preservado, até para a segurança dos próprios empresários, que necessitam de proteção do dinheiro que aplicam (por exemplo, combate a concorrência predatória).

O modelo seria de um Estado com economia de mercado (liberdade econômica), regulador e não intervencionista, como se vê nas maiores democracias do mundo.

Cabe deixar claro que para existir, o Estado precisará de recursos financeiros, em seu orçamento, cuja fonte serão os impostos e tributos em geral.

Portanto, as políticas públicas não podem exagerar na eliminação dos incentivos, nem tão pouco serem pródigas na abertura dos cofres públicos para a iniciativa privada, como acontece no Brasil, onde tudo é subsidiado, até para compra de jatinhos particulares.

A única coisa que nunca se cogitou subsidiar no país foram os juros do cheque ouro do BB.

Talvez, porque somente beneficiaria os mais pobres e a classe média.

Nem tanto ao céu, nem tanto ao mar!

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