Com a “janela” partidária de março, partidos envolvidos na Lava Jato perdem quadros

Parece que a eleição de 2018 será diferente mesmo.

Os políticos temem que o povo rejeite e vote livre.

É só ver a situação crítica do PMDB do Rio de Janeiro.

Debandada geral!

Saiu o ex-prefeito Eduardo Paes.

Desgastado pelos processos de seus integrantes na Lava Jato  e em meio à disputa por recursos de campanha, o partido deve perder até seis dos nove deputados federais que têm hoje.

Os parlamentares usarão a janela partidária de março para mudar de ares sem ter seus mandatos ameaçados por infidelidade partidária.

Será que o mesmo acontecerá com outros Partidos, no resto do país?

Opinião do blogSerá que o fenômeno se estenderá ao Rio Grande do Norte?

Certamente, uma séria dúvida, não apenas para o PMDB, mas todos os partidos que direta ou indiretamente têm militantes envolvidos nas investigações.

É verdade que não há culpados definitivos.

Isso só ocorrerá quando exercerem o direito e defesa e forem julgados, com sentença definitivas.

Mas, se diz, que em política a aparência condena.

Só as urnas dirão.

Mas, a eleição de 2018 será diferente de todas as anteriores.

Ninguém duvide disso.

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