MST invade fazendas de Blairo e amigo de Temer

Com o lema “Corruptos, devolvam nossas terras!”, grupos ligados ao MST invadiram fazendas do ministro Blairo Maggi (Agricultura), do ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira e do amigo e ex-assessor do presidente Michel Temer João Baptista Lima Filho, entre outras propriedades.

O acesso à base de lançamento de foguetes em Alcântara (MA) foi bloqueado.

Ministério Público Federal quer 16% de reajuste salarial para procuradores

O Conselho Superior do Ministério Público Federal incluiu no orçamento de 2018 reajuste salarial de 16,3% para os procuradores da República.

A proposta do aumento foi da promotora Raquel Dodge, que assumirá a Procuradoria-Geral em setembro

O impacto anual será de R$ 116 milhões.

Hoje, o salário bruto dos membros do MPF varia de R$ 28 mil a R$ 33,7 mil.

Os conselheiros também elevaram a previsão orçamentária para a força- tarefa da Lava Jato, de R$ 522 mil para R$ 1,65 milhão.

O reajuste depende de aprovação de projeto no Congresso e de sanção presidencial para entrar em vigor.

Receita fará pente-fino em declarações de repatriação de recursos no exterior

Contribuintes que não têm rendimento compatível com o declarado no programa de repatriação de recursos no exterior deverão comprovar a regularidade dos ativos à Receita Federal.

Quem não conseguir será excluído do programa, e os dados informados serão usados em investigações.

Servidores públicos e supostos “laranjas” estão na mira do pente-fino, que começa em agosto.

Até agora, cinco políticos apresentaram declaração, o que não é permitido por lei.

Há ainda indícios de que 241 declarantes morreram.

A anistia do programa só vale para crimes tributários.

Quem repatriou dinheiro de corrupção pode ser processado criminalmente.

Na primeira etapa do programa, em 2016, foram regularizados R$ 156 bilhões pertencentes a 25 mil pessoas e 96 empresas.

A maior parte dos recursos veio das Ilhas Virgens Britânicas, de empresários na faixa dos 60 anos.

O perfil deve se repetir na próxima etapa.

Contas públicas não fecham: MP pede reajuste de 16,7%, enquanto governo faz PDV

Após o governo anunciar plano de demissão voluntária para tentar conter gastos, o Ministério Público Federal aprovou aumento de 16,7% para procuradores, que dependerá do STF e do Congresso.

União vai propor que servidor que reduzir jornada possa ter segundo emprego.

Lança o PDV (Plano de demissão voluntária).

País já corre risco de enfrentar um apagão fiscal

A situação é dramática, informa MÍRIAM LEITÃO em sua coluna no GLOBO.

O governo precisa de R$ 10 bi a mais para não parar, e há ministérios com dotação para apenas dois meses.

A equipe econômica conta com recursos da venda de usinas da Cemig, que foram parar na Justiça.

Juiz suspende alta de imposto sobre gasolina

A Justiça considerou inconstitucional o aumento, por decreto, das alíquotas de PIS/Cofins sobre combustíveis, anunciado semana passada, e suspendeu o reajuste por liminar.

Postos não garantem que gasolina e álcool cairão de preço mesmo se o governo não conseguir derrubar a decisão.

Garibaldi admite que situação do PMDB é delicada e que Henrique faz muita falta

Jornal de Fato, Mossoró, RN

Eduardo Colin.com

O senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) deu mostras de que ainda não perdoou as declarações do senador Renan Calheiros, quando em discussão motivada pela reforma trabalhista citou a prisão do ex-ministro e primo de Garibaldi, Henrique Alves (PMDB-RN).

Ao Jornal das Seis, da 96FM de Natal, Garibaldi afirmou que Renan foi “absolutamente desrespeitoso” com ele.

“Eu acho que foi absolutamente desrespeitoso com um colega dele. Achei que ele se excedeu mais quando se referiu a Henrique.

Nas circunstâncias em que Henrique se encontra, ele foi covarde, absolutamente covarde.”

Garibaldi Alves também falou sobre a situação do primo e ex-ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves.

Para o senador, houve excesso na prisão.

“Houve um excesso em relação à prisão dele.

Ele está preso há mais de 40 dias e poderia estar em casa, como muitos estão respondendo.”

Garibaldi afirmou ainda que acredita na inocência do primo.

“Claro que acredito e acho que vai se fazer justiça a ele nas instâncias jurídicas, às quais ele está recorrendo.”

obre a situação do PMDB local, que passou para o comando do deputado federal Walter Alves, após a prisão de Henrique, o senador potiguar abriu o jogo:

“Eu nao vou dizer que a situação do PMDB não é dificil porque eu não quero tapar o sol com a peneira.

O fato de Henrique, no momento, estar vivendo essa circunstância faz muita falta ao PMDB.”

Neste momento, o jornalista Robson Carvalho lembrou que Henrique era considerado o operador do partido no estado, buscando recursos para apoiar os candidatos da legenda. Foi quando o senador o interrompeu e falou:

“Sobre essa história de operador, é preciso fazer uma distinção.

Qualquer um parlamentar se dirigiu a uma empresa para pedir apoio financeiro

. O que está havendo é que estão confundindo, criminalizando isso, quando na época não era considerado um crime.”