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Após “embolsar” R$ 4.5 bilhões do Brasil, Cuba hostiliza nosso governo

Cláudio Humberto revela hoje, 22, que “Após “mamar” bilhões do Brasil, a ditadura de Cuba agora hostiliza o governo brasileiro.

Retirou sua embaixadora e faz a grosseria de nem sequer responder aos pedidos de agrément para embaixador brasileiro em Havana.

Somente em duas jogadas, nos governos do PT, em dois anos, Cuba embolsou R$7,2 bilhões do Brasil: R$2,7 bi para o porto de Mariel, construído pela Odebrecht, e R$4,5 bilhões do “Mais Médicos”.

LEIA COLUNA COMPLETA:

http://bit.ly/1EgxbFr

“Ponta pé” de Carlos inicia 2018 no RN, com a união de Alves-Maia e crença na repetição do passado

Do editor

Nos últimos dias afunilaram-se as conversas políticas de bastidores no Rio Grande do Norte, com vista à eleição, principalmente, de governador do Estado, em 2018.

FATO NOVO

O fato novo é que o prefeito de Natal Carlos Eduardo, após resistir dá o “ponta pé” inicial e admite deixar a Prefeitura, candidatando-se ao governo.

Se não admitisse não estaria conversando tanto, quanto vem conversando.

Amanhã mesmo, após a procissão da Padroeira de Natal, há um encontro marcado de Carlos Eduardo com o deputado Ezequiel Ferreira, presidente da Assembleia.

Na semana passada, ao que se sabe, Carlos encontrou-se com Garibaldi e José Agripino, quando recebeu fortíssima pressão para ser o candidato.

“CORETO” BAGUNÇADO

O argumento é que, se ele não aceitar, o “coreto estará bagunçado”.

Por que esse raciocínio?

A justificativa é clara para quem conhece a política do RN.

Por mais que “pareçam” públicas e notórias as dificuldades e obstáculos para candidatos tradicionais (Alves e Maia) ganharem a eleição de 2018, a tese entre eles é que tudo não passa de ficção e há chances do controle do poder não escapar desses grupos.

Realmente, talvez eles tenham razão.

HISTÓRIA POLÍTICA RN

Olhando o passado político do RN nos últimos anos ocorreram apenas três “acidentes de percurso”, em eleições majoritárias, com vitoriosos que não tinham origem nas famílias Mariz, Rosado, Alves, Faria e Maia.

Foram as vitórias de Geraldo Melo para governador; Agenor Maria e Fátima Bezerra para o senado.

Geraldo e Agenor ganharam a eleição pelo fato da família Alves desacreditar na possibilidade de sucesso.

Mesmo assim, no caso do governo estadual, colocaram na manga uma “carta de seguro”: o então deputado Garibaldi Alves foi o vice-governador de Geraldo Melo que, no final do seu governo, teve na prática “veto” dos Alves para disputar o senado.

Era a tentativa de “segurar” Geraldo e impedir o seu crescimento político, mesmo sendo ele desde jovem correligionário de carteirinha de Aluízio Alves.

Agenor Maria saiu de uma “boleia” de caminhão e aceitou o considerado impossível pelo grupo Alves, que seria vencer Djalma Marinho para o senado.

Deu “zebra” e ele se elegeu.

Fátima Bezerra aproveitou a “onda Lula”.

FAZENDA CHAMADA RN

Não é sem razão que a política potiguar é chamada de “fazenda”, sem direito à desapropriação por interesse social ou público, salvo raras exceções.

Observe-se, por oportuno, que não há crítica pessoal, nem desmerecimento às famílias tidas como tradicionais e dominadoras do Estado.

Todas elas merecem respeito, porém contra fatos não há argumentos;

A análise é feita apenas sob o ângulo político democrático, o qual pressupõe que o poder seja distribuído por classes e grupos sociais, sem concentração permanente.

Impossível esconder,  que para crescer na política do RN  sempre tenha sido exigida a mudança do  sobrenome….!!!!!

O editor desse blog tentou quatro vezes disputar o senado e foi sempre vetado pelo seu próprio partido,  sob o domínio do atual senador José Agripino Maia, sem sequer merecer explicações.

EXEMPLO É A BANCADA FEDERAL DO RN

A composição atual da representação estadual no Congresso Nacional é o exemplo maior.

Do total de 11 parlamentares, só não pertencem ás famílias políticas dominadoras do estado há anos, ou aos fiéis e históricos adeptos desses grupos, a senadora Fátima Bezerra e o deputado Antônio Jácome.

Para relembrar: senadores José Agripino e Garibaldi Alves; deputados Walter Alves (filho de Garibaldi), Felipe Maia (filho de José Agripino), Rogério Marinho (neto de Djalma Marinho egresso dos Mariz e Maias), Rafael Motta (filho do deputado Ricardo Motta, fiel aliado desses grupos aos longos dos anos), Betinho Rosado Segundo (Rosado-Maia), Zenaide Maia (da “gema” da família Maia, primos de José Agripino, cujo irmão João Maia disputou a vice-governança com Henrique Alves em 2014) e Fábio Faria (família Faria-Mariz).

A CHAPA: CARLOS, GARIBALDI E JOSÉ

Nesse contexto, os senadores José Agripino e Garibaldi Alves, ávidos para preservarem os seus mandatos, só encontram um caminho, diante dos últimos fatos do conhecimento público: colocar imediatamente nas ruas a candidatura de Carlos Eduardo ao governo.

O prefeito de Natal, mesmo com o sobrenome, agrega o fato de ter se rebelado contra os seus próprios familiares e somente por isso conseguiu chegar aonde chegou.

Além disso revelou-se inegavelmente um bom administrador na Prefeitura de Natal.

Se não tivesse agido como agiu, talvez fosse ainda deputado estadual, com disputa acirrada em família.

Carlos e Wilma foram dissidentes dos Alves e Maia, porém ao final se reencontraram em suas origens.

Alguns dizem que essa aparente rebeldia foi apenas à aplicação do princípio “dividir para reinar”!

Aliás, os Rosados Maias de Mossoró sempre foram fieis defensores dessa máxima.

CHEGA 2018!

A verdade é que 2018 se aproxima.

Carlos Eduardo, afinal, parece entrar em campo, na companhia de seus candidatos ao Senado José Agripino Maia e Garibaldi Alves Filho.

De “quebra”, ele contaria com o apoio de Rosalba Ciarlini (Rosado Maia), indicando o vice.

Ao contrário do que se pensava, Rosalba e Carlos Augusto “esqueceriam” o “gesto” dos “mui amigos” José Agripino e da família Alves, quando arrancaram à força o direito da então governadora ser candidata à reeleição, fato único e isolado em todo o país.

O objetivo claro foi afastá-la definitivamente da vida pública e favorecer a formação da maior máquina de poder eleitoral já montada no Estado, para eleger Henrique Alves e Wilma de Faria em 2014, com o apoio não apenas de políticos, mas de grupos econômicos, que contribuíram intensamente nas estratégias e articulações.

Para o próximo ano, as “cartas” estão na mesa, com impressões digitais semelhantes ao passado, salvo aqueles alcançados (ou que venham a ser alcançados) pela vassourada da Lava Jato e da Operação Dama de Espadas.

Todos esses personagens que lançam as cartas para 2018,  acreditam que a dominação política do passado se repetirá no Rio Grande do Norte e o povo os levará, novamente, ao pódio da vitória.

Será?

Responda o internauta.

Com as pesquisas desmentidas, a eleição no Chile alerta o Brasil: nem direita, nem esquerda

As eleições no Chile, realizadas ontem, 19, irão a segundo turno em 17 de dezembro.

A disputa será entre o ex-presidente Sebastián Pinera e o senador governista Alejandro Guillier.

Com a confirmação dos dois para o segundo turno, a América Latina não terá nenhuma mulher como presidente em 2018.

Opinião do blogSurpresa no resultado da eleição em primeiro turno no Chile.

As pesquisas (sempre as pesquisas!!!) asseguravam o favoritismo do líder direitista Pinera, que já presidiu o país.

Ele chegou a previsão de 45% de votos, com o prognóstico de ganhar no primeiro turno.

Apuradas as urnas, Pinera só chegou a pouco mais de 30%.

O dado preocupante é que quase a metade do eleitorado não votou.

Motivo: decepção com os políticos.

Já está marcado o segundo turno para dezembro.

O Chile é um país sui generis na América Latina.

Como ditador, o general Pinochet governou o país de 1973 a 1990.

O regime foi caracterizado pela supressão sistemática das liberdades individuais, de partidos políticos e pela perseguição e morte de dissidentes.

Documentos encontrados em Assunção, no Paraguai, em 1992 evidenciam que os Estados Unidos patrocinaram de forma financeira e bélica as ditaduras da América do Sul, inclusive com participação direta no regime ditatorial chileno do general Pinochet.

Após a queda do governo, Pinochet foi expulso do país e depois de dois anos reformada a constituição, com a eleição de Patrício Aylwin.

Também aconteceu processo criminal contra os representantes militares que participaram de forma ativa no processo de tortura, assassinatos e outros tipos de crime contra a sociedade.

Famílias com membros perseguidos receberam indenizações.

A eleição de 2017  ressuscitou no debate político as posições de direita e de esquerda.

Pinera, bilionário e ex-presidente, teve o apoio dos conservadores de ultradireita, que declararam abertamente apoio aos métodos de Pinochet.

O senador Alejandro Guillier assumiu posições de centro-esquerda.

A senadora Beatriz Sanchez, que era tida com poucas chances (previsão de 12% dos votos), ultrapassou os 20% e será peça chave no segundo turno.

Ela encarna uma frente política de esquerda radical.

O resultado chileno significa um forte alerta para o Brasil.

Afinal, o ditado popular diz: “quem vê a barba do vizinho arder, põe a sua de molho”.

Os extremismos de direita e esquerda não conseguiram ganhar no primeiro turno.

O povo chileno rejeitou os extremos, talvez até por medo.

Esse cenário repetido no Brasil, significaria que, mantido o quadro de hoje, Lula e Bolsonaro não ganhariam o primeiro turno.

A diferença é que não há, ainda, nome expressivo de centro na disputa presidencial brasileira.

O governador Alkimin não encarna essa opção.

Pertence a um partido dividido e em conflito interno, além dele pessoalmente ser daquele tipo “que não cheira, nem fede”.

Para onde caminhará a eleição de 2018 no Brasil?

Caso o exemplo chileno se repita, o nome de Henrique Meirelles poderá crescer, tudo dependendo da economia melhorar e o povo passar a ter mais dinheiro no “bolso”.

Se essa hipótese não ocorrer, certamente o brasileiro terá no segundo turno de 2018 que optar entre Lula e Bolsonaro.

Opção trágica!

Papa diz a sociólogo que nada lhe assusta e se sente peixe fora dágua no Vaticano

Do editor

Dominique Volton, conhecido sociólogo francês, acaba de escrever livro sobre a intimidade do Papa Francisco.

Laico e agnóstico, ele fez em Roma uma série de 12 entrevistas com o Sumo Pontífice.

O título do livro (ainda não traduzido) é “Política e sociedade – Um diálogo inédito“.

Os diálogos vão desde as mulheres que tiveram papel importante na vida do Papa, até globalização, modernidade, o medo, racismo…

Frases emblemáticas de Francisco no livro:

Lamento que neste século se prefira construir muros, ao invés de pontes”.

“Aqui, no Vaticano, sou como peixe fora dágua”.

“Jesus também era um refugiado, um migrante”

“Nada me assusta!”

O livro será lançado em breve no Brasil.

A eleição do Papa Francisco foi a prova evidente de que a Igreja é Eterna!

Ele chegou na hora certa.

Ele pela lucidez, espiritualidade e firmeza coloca Igreja Católica em posição de protagonismo fundamental, em relação aos grandes temas que desafiam a Humanidade.