Empresas aéreas “controlam” ANAC e LATAM cai de qualidade nos serviços para o Brasil

Diretores da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) foram questionados sobre o recente aumento dos preços das passagens aéreas no Brasil, após a agência liberar a cobrança de bagagens despachadas.

“O preço das passagens aumentou em média 35,9% em junho.

E em setembro teve ainda alta de 16,9%, conforme mostrou estudo do IBGE e da Fundação Getúlio Vargas”, declarou o deputado federal Chico Lopes (PCdoB-CE), em audiência pública realizada esta semana na Câmara dos Deputados.

Ainda conforme Chico Lopes, o consumidor foi prejudicado duas vezes: ao perder o direito de despachar bagagem sem pagar taxa extra e ao ter de bancar os altos reajustes das passagens aéreas nos últimos meses.

“Ao contrário do que se esperava quando a Anac permitiu vender passagens que não dão direito a despachar bagagens, os preços das passagens têm subido – e muito”, acrescentou.

Opinião do blog – Verdadeiro escárnio à opinião pública a atuação dessa tal agência nacional de aviação civil (ANAC).

A exemplo da Agência Nacional de Saúde, quem comanda esse órgão são os interesses das empresas privadas.

Os planos de saúde sobem de preço desordenadamente, dia a dia.

Os preços das passagens aéreas, idem.

Recentemente, a ANAC onerou os passageiros, cobrando bagagens.

E mais: permitiu que as empresas não servissem NADA de alimentação, durante os voos.

Uma café pequeno custa mais de 5 reais.

As passagens ao invés de pelo menos estabilizar de preço subiram exorbitantemente (35,9% em junho).

As empresas alegam prejuízos, que não existem.

É bastante constatar que todos os voos são lotados.

Na verdade constata-se verdadeira exploração e ganância de lucros.

Até a classe executiva, da TAM por exemplo, caiu de qualidade, desde a bebida servida, alimentação e as próprias poltronas.

A empresa coloca para servir aos brasileiros aviões de segundo nível, sem conforto.

Por exemplo: os Boeing 767-300/300ER da empresa,  de péssima qualidade na configuração interna (inclusive business) fazem as rotas que partem do Brasil (Orlando), África, México e Barcelona.

Os melhores aviões, mais novos, mais modernos, servem com exclusividade os voos que saem do Chile, país de origem dos acionistas da LATAM.

?????  !!!!!!!!

O Brasil, que fundou a empresa, fica mal servido e sem opções.

Reclamar a quem?

O mais grave é que a ANAC se dobra e faz o que essas empresas querem.

Espera-se que a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça, passe a atuar nesse setor.

Para evitar que o consumidor brasileiro continue à deriva!

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