O perigo que Donald Trump representa para a democracia americana.

Num livro publicado este mês, intitulado Trumpocracy: The Corruption of the American Republic, o conservador David Frum, que trabalhou com George W. Bush, escreve sobre o perigo que Donald Trump representa para a democracia americana.

Leia o artigo completo:

http://bit.ly/2ECUqNh

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Mais de 36 milhões de brasileiros querem ter em quem votar na eleição de 2018

Estado

Mais de 30 milhões de eleitores se abstiveram no 2° turno da eleição presidencial de 2014, mais precisamente 30.137.479 eleitores.

Anularam o voto, mais de 5 milhões de eleitores e votaram em branco quase 2 milhões de eleitores.

Esses eleitores somados (mais de 36 milhões) correspondem a impressionantes 27,44% dos votos válidos.

Eleitores que em 2014 não se sentiam representados por nenhum dos candidatos, por suas ideias e programas.

Após quatros anos, é muito provável que o sentimento desses eleitores não tenha mudado em relação as opções de pré-candidatos e candidatos a pré-candidatos que disputarão a presidência da República no final do ano.

Pré-candidatos filiados a partidos políticos que, quando não usados como instrumentos para a prática de atos ilícitos, em especial de infrações penais, simplesmente não representam seus eleitores. Ressalvadas as exceções.

Mais grave do que isso, usam seus mandatos no legislativo para bloquear alteração de regras que permitam a entrada de novas pessoas para disputarem vagas para cargos eletivos. Sempre há exceções.

Parte dos eleitores (27,44% em 2014), convivem com o sentimento de impotência, apatia, descrença no processo democrático, votam em branco, nulo ou se abstêm de votar, como ocorreu em 2014 e poderá ocorrer novamente neste ano.

Se tudo continuar como está no sistema de representação, talvez em 2022, ano em que serão completados 200 anos da nossa independência, mais da metade dos eleitores se absterão de votar, anularão o voto ou votarão nulo.

Muitos são os argumentos, de naturezas diversas, para negar o direito humano que todos os cidadãos brasileiros são titulares de ter acesso, em condições gerais de igualdade, às funções públicas de seu país.

Por trás de todos eles, o sentimento de ameaça associado ao de autodefesa.

E se candidatos independentes de filiação partidária disputarem as eleições a partir deste ano.

Vai além.

E se forem eleitos.

E se ao final de seus mandatos forem bem avaliados pelos eleitores.

E se elevarem o padrão de qualidade da representação popular. E se não conseguirmos nos reeleger.

Perderemos o monopólio da representação.

Cidadania, dignidade da pessoa humana e pluralismo político.

O exercício do direito humano de livre acesso às funções públicas do país materializa esses três fundamentos da nossa República.

Parte dos partidos políticos apresenta elevado grau de alteração de finalidade legal, política, social, democrática.

A reversão desse processo de dentro para fora dos partidos pode não acontecer ou levar tempo de que não dispomos.

A alteração de finalidade significa o comprometimento da estrutura e destinação legal dos partidos, isto é, assegurar a autenticidade do sistema representativo e defender os direitos fundamentais definidos na Constituição Federal.

Mais de 36 milhões de brasileiros em 2014, que podem ultrapassar 40 milhões nas eleições deste ano, não se sentem representados pelos políticos, percebem a falta de autenticidade do sistema representativo.

Quando nos damos conta, a defesa dos nossos direitos fundamentais, como o direito humano de livre acesso às funções públicas do país, não foi e não será feita pelos nossos representantes no legislativo.

Ao Supremo Tribunal Federal, ao zelar pelos fundamentos da nossa República e princípios que a regem em suas relações internacionais, caberá permitir que os cidadãos exerçam a partir das eleições deste ano, o direito humano de se candidatar independente de filiação partidária.

Ao povo, como fonte de emanação de todo poder, em especial aos eleitores, competirá votar nos candidatos que se sintam representados, filiados ou não a partidos políticos, anular o voto, votar em branco ou se abster.

Mais de 36 milhões de brasileiros querem ter em quem votar neste ano.

*Luiz Paulo Ferreira Pinto Fazzio, advogado e sócio da Advocacia L. P. Fazzio

Temer admite “apadrinhar” candidatura de empresário à presidência e Flávio Rocha é opção

O presidente da República Michel Temer (MDB) admite, nos bastidores, apadrinhar um candidato de fora da política tradicional caso não viabilize a disputa pela reeleição. Em conversas reservadas, ele tem avaliado que as pesquisas eleitorais demonstram cenário promissor para nomes considerados “outsiders”.

Segundo a reportagem apurou, o assunto já foi tratado pelo Palácio do Planalto com os presidentes da Riachuelo, Flávio Rocha, e da Coteminas, Josué Gomes da Silva.

O primeiro, Flávio Rocha, que tem sido também cortejado pelo PSDB, tem o apoio do grupo de direita Movimento Brasil Livre (MBL) e suas ideias são alinhadas à bancada evangélica da Câmara dos Deputados.

O segundo já é filiado ao MDB, ficou em segundo lugar na disputa por uma vaga de senador em 2014 por Minas Gerais e é filho do ex-vice-presidente José Alencar, morto em 2011.

Josué teve expressivos 3,6 milhões de votos naquela disputa, o equivalente a 40,18% do total de votos válidos.

Ele foi derrotado pelo ex-governador Antonio Anastasia, que somou 5,1 milhões de votos (56.73%) dos votos válidos.

Opinião do blog – Independente de apoio ou não à Flávio Rocha, a verdade é que está dando certo a sua estratégia de lançar esse Movimento Brasil 200 e insinuar a sua candidatura à presidência da República.

O seu nome passou a constar de todas as listas de presidenciáveis.

Em política, isso é fundamental, ou seja, ser encarado realmente como possível candidato.

Daí para frente, vários fatores irão influir.

Porém, a verdade é que Flávio Rocha inseriu-se como pré-candidato à presidência da República.

Um fato consumado!

Se o filho de Robinson Faria diz que ele não renunciará, com certeza ocorrerá isso

César Santos no Jornal de Fato de Mossoró:

“Ele não vai renunciar.”

A frase tem sido repetida pelo deputado federal Fábio Faria (PSD) em defesa do pai, governador Robinson Faria (PSD).

Repete, mas não convence. A renúncia de Robinson é vista nos bastidores como certa, até para a sobrevivência política do governador.

É aguardar, então.

Opinião do blog – Pela informação, a tendência será o governador Robinson Faria não renunciar.

Desde o primeiro dia, até hoje, quem “manda” no governo é o seu filho Fábio Faria.

Fez o que quis, inclusive vetando, convocando e afastando pessoas, independente de terem apoiado ou não o seu pai, em 2014.

Se isso aconteceu no início, por que será diferente no final do governo?

A palavra final sobre a candidatura do governador à reeleição será, com certeza, do deputado Fábio Faria.

Intervenção no Rio de Janeiro começou com revelação de negociações políticas com o crime

Claudio Humberto hoje, 19:

A intervenção decretada pelo presidente Michel Temer começou a ser pensada quando o ministro Torquato Jardim (Justiça) fez uma grave revelação, no fim de outubro: o comando da Polícia Militar do Rio de Janeiro era produto de negociação de deputados estaduais suspeitos com o crime organizado.

Houve protestos do governo Pezão e de oficiais da PM, mas o ministro estava bem informado, sabia o que dizia.

Leia a coluna completa: http://bit.ly/1EgxbFr