Brasil espera nomes que não sejam novos ou velhos, mas sim criativos e de credibilidade

A aprovação ao ex-presidente Lula chega a 45%, mas ele ainda é desaprovado por 54% dos entrevistados, segundo o Barômetro Político Estadão- Ipsos.

Jair Bolsonaro, que tem aparecido em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, tem 21% de aprovação e 62% de desaprovação e o governador Geraldo Alckmin, 19% e 72%, respectivamente.

Opinião do blog – Permanece um vazio na disputa presidencial, em que pese a performance majoritária do ex-presidente Lula.

O país aguarda um discurso de equilíbrio, que não seja novo, nem velho, mas sim inovador, criativo, de credibilidade.

Em  jogo estão os extremismos de Lula e Bolsonaro.

Um de direita e outro com apoio da esquerda radical.

Mesmo que Lula viesse a ganhar a eleição, encontraria um país dividido, em função de que a sua rejeição é de quase a metade do eleitorado.

Seria praticamente impossível governar dessa maneira, pois até alianças tornam-se difíceis.

O governador Alckmin não decola.

E agora agravam-se acusações que atingem a sua administração em SP e de outros tucanos, nas obras do Metrô paulista.

Todos viram japoneses, infelizmente.

Conjuntura indecifrável e imprevisível para o Brasil.

Nem palpite se pode dá, em circunstâncias políticas como as atuais do país.

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